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Obesidade Infantil: Como especialistas ajudam na perda de peso

  • fevereiro 8, 2026
  • Obesidade e Emagrecimento
Obesidade Infantil Como Endocrinologistas e Nutrólogos Ajudam na Perda de Peso

Obesidade Infantil: Como Endocrinologistas e Nutrólogos Ajudam na Perda de Peso

A obesidade infantil é um problema de saúde pública crescente no Brasil e no mundo. Crianças com excesso de peso enfrentam desafios físicos e emocionais, e correm risco maior de desenvolver doenças precocemente. Diante desse cenário, muitos pais se perguntam como ajudar os filhos a perder peso de forma saudável e segura. É aí que entram os endocrinologistas e os nutrólogos: especialistas que desempenham papéis complementares no tratamento do sobrepeso e da obesidade infantil.

Neste artigo, vamos examinar o panorama da obesidade infantil no Brasil, entender suas causas e consequências, e mostrar como endocrinologistas e nutrólogos podem ajudar na perda de peso das crianças. Também daremos dicas práticas para promover hábitos saudáveis em família e explicaremos quando é o momento certo de buscar ajuda profissional.

Entendendo a Obesidade Infantil

A obesidade infantil consiste no acúmulo excessivo de gordura corporal na criança a ponto de prejudicar sua saúde. Diferentemente dos adultos, o diagnóstico de sobrepeso e obesidade em crianças considera o estágio de desenvolvimento e a faixa etária: os médicos utilizam curvas de crescimento e o Índice de Massa Corporal (IMC) específico para a idade e o sexo, avaliando se a criança está no peso adequado. Quando o peso ultrapassa significativamente o recomendado para sua altura e idade, configura-se o sobrepeso; se excede ainda mais esse patamar, já é classificado como obesidade. 

Trata-se de uma condição multifatorial – diversos elementos podem contribuir para o ganho de peso excessivo, desde alimentação e estilo de vida até aspectos genéticos e hormonais. É importante notar que a obesidade infantil vai além de uma questão estética: crianças com obesidade têm maior propensão a problemas de saúde imediatos e futuros, além de possíveis impactos na autoestima e na qualidade de vida.

Em suma, entender o que é a obesidade infantil é o primeiro passo para enfrentá-la, reconhecendo a gravidade do problema e a necessidade de medidas eficazes de prevenção e tratamento.

Panorama da Obesidade Infantil no Brasil

Dados estatísticos sobre obesidade infantil no Brasil indicam que o problema atingiu proporções alarmantes nos últimos anos. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que 6,4 milhões de crianças brasileiras apresentem excesso de peso, das quais aproximadamente 3,1 milhões já evoluíram para um quadro de obesidade. Esses números correspondem a cerca de 28% das crianças de 5 a 9 anos de idade com peso acima do ideal, sendo que 13% já são consideradas obesas nessa faixa etária. Da mesma forma, pesquisas do IBGE confirmam que aproximadamente 1 em cada 3 crianças brasileiras está com sobrepeso ou obesidade.

Em outras palavras, quase um terço das crianças em idade escolar no país apresenta peso excessivo. Mantida essa tendência, projeções apontam que, até 2035, cerca de 50% das crianças e adolescentes de 5 a 19 anos poderão estar com sobrepeso ou obesidade – um cenário preocupante para as próximas gerações. Esse crescimento nos índices de obesidade infantil está relacionado a diversas mudanças de hábito ocorridas nas últimas décadas, como o maior consumo de alimentos ultraprocessados e o sedentarismo. Diante de dados tão alarmantes, fica evidente a importância de ações de prevenção e tratamento desde cedo, envolvendo família, escola e profissionais de saúde para reverter essa situação.

Principais Causas da Obesidade Infantil

A obesidade infantil não tem uma única causa: ela é resultado de uma combinação de fatores. Em geral, a condição surge quando há um desequilíbrio entre a ingestão calórica e o gasto de energia da criança, mas as razões para esse desequilíbrio são múltiplas. 

Entre as causas mais comuns da obesidade infantil, destacam-se:

  • Alimentação inadequada: consumo excessivo de alimentos calóricos e pobres em nutrientes, como fast food, doces, refrigerantes e produtos ultraprocessados. Uma dieta rica em açúcar, gorduras saturadas e carboidratos simples contribui diretamente para o ganho de peso.
  • Porções exageradas: mesmo quando a qualidade da alimentação é boa, oferecer porções maiores do que a necessidade da criança pode levar ao acúmulo de calorias. Muitas vezes, pais e cuidadores acabam incentivando os pequenos a “raspar o prato” ou repetir refeições, ultrapassando os sinais naturais de saciedade.
  • Sedentarismo e tempo excessivo de tela: a falta de atividade física regular é um fator importante. Crianças que passam muitas horas em frente à televisão, computador, celular ou videogame tendem a gastar menos energia ao longo do dia. Esse estilo de vida sedentário, combinado ao alto consumo calorífico, favorece o ganho de peso.
  • Rotina desregulada: a ausência de horários definidos para as refeições e de uma rotina consistente pode atrapalhar o metabolismo. Pular refeições (como o café da manhã) ou beliscar o tempo todo ao longo do dia dificulta a percepção de fome e saciedade, desordenando a alimentação da criança.
  • Influência familiar e cultural: os hábitos da família influenciam diretamente o estilo de vida da criança. Pais ou responsáveis que não incentivam alimentação saudável, que utilizam comida como recompensa ou que mantêm à disposição lanches pouco nutritivos acabam, sem querer, reforçando hábitos não saudáveis. Aspectos culturais, como tradições culinárias ricas em açúcar e gordura, também podem ser fatores.
  • Fatores genéticos e hormonais: a predisposição genética pode tornar algumas crianças mais propensas a ganhar peso, e certas condições médicas ou hormonais (como hipotireoidismo ou outros distúrbios endócrinos) também podem contribuir para o ganho de peso. Embora esses casos não sejam a maioria, é importante investigá-los em situações de obesidade infantil resistente às mudanças de hábitos.

Entender as causas da obesidade infantil ajuda a traçar estratégias de combate mais eficazes. Ao identificar os fatores presentes em cada caso – seja uma dieta inadequada, sedentarismo ou mesmo um problema de saúde subjacente – é possível direcionar intervenções específicas para atacar a raiz do problema.

Consequências da Obesidade Infantil na Saúde e no Desenvolvimento

A obesidade durante a infância traz diversas consequências negativas para a saúde física e o desenvolvimento da criança. No curto prazo, crianças com obesidade costumam apresentar dificuldade para realizar atividades físicas simples, cansaço excessivo e até mesmo problemas respiratórios (como falta de ar e apneia do sono). O excesso de peso também sobrecarrega as articulações e ossos em crescimento, podendo causar dores ortopédicas em joelhos e coluna. Já na infância podem surgir alterações metabólicas preocupantes: altos níveis de colesterol e triglicerídeos, pressão arterial elevada e resistência à insulina (um precursor do diabetes). Estudos indicam que crianças obesas têm maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 e hipertensão ainda jovens, condições antes vistas quase exclusivamente em adultos.

No longo prazo, os impactos são igualmente sérios. A obesidade infantil frequentemente persiste na adolescência e na vida adulta – estima-se que a maioria dos adolescentes obesos continuará obesa na fase adulta, o que aumenta a probabilidade de doenças crônicas ao longo da vida. Entre os problemas de saúde associados à obesidade prolongada estão doenças cardiovasculares (como infarto e AVC), diabetes tipo 2, doenças hepáticas (como gordura no fígado) e diversos tipos de câncer ligados ao excesso de peso. Também há evidências de que a puberdade pode ocorrer mais cedo em crianças com obesidade, especialmente nas meninas, devido às alterações hormonais causadas pelo acúmulo de gordura corporal.

As consequências não são apenas físicas. O excesso de peso na infância pode afetar profundamente o bem-estar emocional e social da criança. Muitas crianças com obesidade sofrem com baixa autoestima, imagem corporal negativa e até mesmo depressão. A possibilidade de bullying e isolamento social é maior, pois infelizmente crianças acima do peso podem tornar-se alvo de comentários maldosos ou exclusão por parte dos colegas. Esses impactos psicológicos podem repercutir no desempenho escolar e na qualidade de vida, gerando um ciclo negativo. Por isso, tratar a obesidade infantil não se resume a evitar doenças físicas, mas também a garantir que a criança tenha uma infância saudável e feliz, com autoestima positiva e oportunidades plenas de desenvolvimento.

O Papel do Endocrinologista no Emagrecimento Infantil

Diante de um quadro de obesidade infantil, o endocrinologista é um dos principais aliados para entender e tratar o problema sob o ponto de vista médico e hormonal. Esse especialista em hormônios e metabolismo – idealmente um endocrinologista pediátrico, focado em crianças e adolescentes – avalia a criança de forma abrangente, investigando se há alguma causa orgânica contribuindo para o ganho de peso. Por exemplo, o médico endocrinologista poderá solicitar exames de sangue para checar o funcionamento da tireoide (identificando um possível hipotireoidismo), avaliar níveis de insulina e glicemia (verificando resistência à insulina ou diabetes inicial), cortisol e outros hormônios que, quando desequilibrados, podem levar ao aumento de peso. Embora a maioria dos casos de obesidade infantil esteja ligada a hábitos de vida, é fundamental descartar ou tratar condições médicas associadas que estejam dificultando o emagrecimento.

Além do diagnóstico de possíveis disfunções hormonais, o endocrinologista atua no acompanhamento e tratamento geral da criança obesa. Ele monitora regularmente indicadores de saúde como peso, altura (para garantir que a criança continue crescendo adequadamente), IMC e parâmetros metabólicos (colesterol, triglicerídeos, glicemia, pressão arterial). Com base nessa avaliação, o endocrinologista orienta mudanças no estilo de vida, enfatizando a importância de uma alimentação balanceada e da atividade física regular. Muitas vezes, ele trabalha em conjunto com outros profissionais – pode encaminhar a criança para um nutricionista ou nutrólogo para estruturar um plano alimentar adequado, por exemplo – visando um plano integrado de cuidado.

Em casos específicos, quando a obesidade oferece riscos imediatos à saúde ou não responde às intervenções iniciais, o endocrinologista pode avaliar o uso de medicações auxiliares na perda de peso, sempre com muita cautela e considerando a idade da criança. Vale ressaltar que quaisquer medidas adotadas serão pensadas para promover o emagrecimento saudável, evitando soluções milagrosas ou radicalismos que possam prejudicar o crescimento ou o bem-estar do paciente.

O apoio do endocrinologista traz segurança ao processo de emagrecimento infantil. Com seu conhecimento sobre o funcionamento do organismo, esse profissional consegue identificar desequilíbrios metabólicos e corrigi-los, além de prevenir complicações. Ao longo do tratamento, o endocrinologista também desempenha um papel educativo, esclarecendo dúvidas dos pais e da criança sobre puberdade, metabolismo, uso de medicamentos e outros aspectos médicos relevantes. Assim, ele ajuda a família a entender que a perda de peso infantil deve ser encarada como um processo de melhoria da saúde global, e não apenas como uma questão estética ou imediatista.

O Papel do Nutrólogo no Tratamento da Obesidade Infantil

Enquanto o endocrinologista foca na vertente hormonal e metabólica, o nutrólogo concentra sua atuação na área da nutrição e dos hábitos alimentares, desempenhando um papel igualmente importante no combate à obesidade infantil. O nutrólogo é um médico especializado em nutrologia – ciência que estuda os alimentos e nutrientes – diferindo do nutricionista por ter formação médica e poder diagnosticar e tratar problemas de saúde relacionados à alimentação. Ao avaliar uma criança com excesso de peso, o nutrólogo faz um levantamento minucioso dos hábitos alimentares e do histórico nutricional do paciente. Ele investiga a qualidade e a quantidade da dieta da criança, identifica deficiências de nutrientes ou excessos (por exemplo, consumo exagerado de açúcar, sódio ou gorduras) e pode solicitar exames para verificar carências vitamínicas, anemia, alterações no colesterol, níveis de vitamina D, entre outros indicadores ligados à alimentação.

Com base nessa avaliação, o nutrólogo elabora um plano alimentar personalizado, adequado à faixa etária, às necessidades calóricas e nutricionais da criança e às condições de saúde apresentadas. Esse plano não se resume a “fazer dieta”, mas sim a reeducar os hábitos alimentares de toda a família. O médico nutrólogo orienta substituições inteligentes – como trocar lanches industrializados por frutas, reduzir o consumo de refrigerantes e incentivar a ingestão de água, aumentar a oferta de legumes e verduras no prato – e determina porções apropriadas para que a criança obtenha energia suficiente para crescer, porém sem excessos que levem ao ganho de peso. Uma estratégia comum no tratamento infantil é evitar perdas de peso drásticas; em vez disso, busca-se estabilizar o peso da criança ou promover uma redução lenta, permitindo que ela cresça em altura até atingir um IMC saudável para a idade. O nutrólogo tem o cuidado de garantir que, mesmo durante o processo de emagrecimento, a criança continue recebendo todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento adequado.

Além do plano alimentar, o nutrólogo pode recomendar suplementação quando necessário (como vitaminas e minerais, caso sejam detectadas deficiências) e oferece educação nutricional tanto para os pais quanto para a criança. Ele esclarece dúvidas e mitos sobre alimentação infantil, ensina a ler rótulos de alimentos, a montar lancheiras saudáveis e a lidar com situações do dia a dia – como festas de aniversário ou refeições fora de casa – de modo equilibrado. O acompanhamento regular com o nutrólogo permite monitorar o progresso, verificando não só o peso, mas também medidas corporais e indicadores de saúde, e fazer ajustes no plano conforme a criança vai evoluindo. Com esse suporte profissional, a família aprende a criar um ambiente alimentar saudável e motivador, transformando a relação da criança com a comida em algo positivo e sustentável ao longo do tempo.

Abordagem Multidisciplinar e Suporte Familiar

Tanto o endocrinologista quanto o nutrólogo concordam em um ponto-chave: o tratamento eficaz da obesidade infantil exige uma abordagem multidisciplinar e o envolvimento ativo da família. Isso significa que diferentes profissionais de saúde podem precisar trabalhar em conjunto para atender a todas as necessidades da criança. Além do endocrinologista e do nutrólogo, podem fazer parte da equipe um nutricionista (profissional especializado em elaborar cardápios e orientar refeições no dia a dia), um pediatra (que acompanha o crescimento e desenvolvimento geral da criança), um psicólogo infantil (para ajudar com questões emocionais, autoestima e possíveis casos de ansiedade ou depressão relacionados ao peso) e até um educador físico ou fisioterapeuta (para orientar atividades físicas adequadas à idade e condição física da criança). Cada especialista traz um olhar complementar, e juntos eles montam um plano integrado que aborda os diversos aspectos da obesidade infantil – do biológico ao comportamental.

No centro dessa abordagem integrada está o suporte familiar, que é absolutamente imprescindível. De nada adianta prescrever dietas e exercícios se o ambiente familiar não apoiar as mudanças. Os pais ou responsáveis precisam estar engajados e dispostos a modificar a rotina em casa. Isso envolve desde ajustar a lista de compras do supermercado – privilegiando alimentos naturais e evitando encher a despensa de guloseimas – até estabelecer horários regulares para as refeições em família. Também requer incentivar a criança a ser ativa, limitando o tempo em aparelhos eletrônicos e propondo brincadeiras, passeios no parque, esportes ou qualquer atividade física que seja prazerosa para ela. Outra parte fundamental do suporte familiar é o exemplo: crianças aprendem muito pelo que veem, portanto quando pais e irmãos adotam hábitos saudáveis, a chance de a criança segui-los aumenta significativamente. 

Se toda a família passar a beber mais água, comer saladas e frutas, e diminuir o consumo de fast food, a criança obesa se sentirá incluída nesse novo estilo de vida, em vez de ser punida.

A abordagem multidisciplinar aliada ao envolvimento familiar cria uma rede de apoio em torno da criança. Com acompanhamento médico, orientações nutricionais, apoio psicológico e estímulo constante em casa, a criança tem muito mais chances de sucesso na perda de peso e manutenção de hábitos saudáveis. Esse esforço conjunto garante que os ganhos obtidos – seja quilos a menos, melhor condicionamento físico ou mais autoestima – não sejam passageiros, mas se tornem parte de um novo padrão de vida para toda a família.

Dicas para ajudar crianças a perder peso com saúde

Para complementar o tratamento profissional, é importante adotar no dia a dia hábitos que incentivem a perda de peso de forma saudável. Os pais têm um papel ativo nesse processo. Confira algumas dicas práticas que podem fazer a diferença:

  • Alimentação colorida e nutritiva: inclua frutas, verduras, legumes e cereais integrais nas refeições da criança. Monte pratos bem coloridos e variados, pois assim você garante a ingestão de diferentes vitaminas e minerais. Prefira preparações assadas ou grelhadas em vez de frituras, e opte por proteínas magras no lugar de carnes processadas.
  • Evite bebidas açucaradas: reduza ou elimine o consumo de refrigerantes, sucos artificiais, achocolatados industrializados e outras bebidas ricas em açúcar. Essas “calorias líquidas” não trazem saciedade e contribuem para o ganho de peso. Ofereça principalmente água para matar a sede da criança – manter-se bem hidratado ao longo do dia também ajuda a controlar a fome exagerada.
  • Limite os ultraprocessados e guloseimas: organize a despensa e a geladeira de forma estratégica – não estocando grandes quantidades de salgadinhos, bolachas recheadas, chocolates e outros doces. Esses alimentos devem ser ocasionais, não parte da rotina diária. Em vez de biscoitos e chips, tenha à mão opções de lanche mais saudáveis, como iogurte natural com frutas, oleaginosas (castanhas, nozes) em porções moderadas, ou palitinhos de cenoura e pepino com homus.
  • Estabeleça horários e rotina: crie um cronograma para as refeições (café da manhã, almoço, jantar e lanches intermediários) e procure segui-lo diariamente. Ter hora certa para comer ajuda a criança a reconhecer melhor os sinais de fome e saciedade, evitando beliscar sem necessidade. Garanta também que a criança tenha um horário regular de sono adequado para a idade – dormir bem auxilia no equilíbrio hormonal e no controle do apetite.
  • Incentive a atividade física diariamente: não é preciso matricular a criança imediatamente em um esporte (embora esportes em grupo sejam ótimos), mas o importante é tirá-la do sedentarismo. Promova brincadeiras ao ar livre e atividades divertidas: andar de bicicleta, jogar bola, pular corda, dançar, passear com o cachorro – qualquer coisa que movimente o corpo. O ideal é que a criança acumule pelo menos 60 minutos de atividade física moderada por dia. Descubra atividades que ela goste – assim, exercitar-se não será um castigo, mas sim uma diversão.
  • Limite o tempo de telas: estabeleça regras para o uso de televisão, tablet, celular e videogame. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda um máximo de 2 horas por dia de tempo de tela recreativo para crianças maiores (e menos ainda para os pequenos). Incentive alternativas, como leitura, jogos de tabuleiro, desenho ou tempo ao ar livre. Menos tempo no sofá geralmente significa mais tempo gastando energia.
  • Seja paciente e ofereça apoio: mudanças de hábito não acontecem da noite para o dia. Evite críticas ou comparações e celebre cada progresso da criança, reforçando que o objetivo é a saúde e o bem-estar acima de tudo.

Colocar em prática essas dicas de forma consistente ajuda a criar um ambiente propício ao emagrecimento saudável. Pequenas mudanças somadas produzem um grande efeito ao longo do tempo. Com paciência, incentivo e amor, os pais podem transformar a rotina da família e apoiar a criança em cada passo rumo a um peso mais saudável.

Quando procurar ajuda profissional

Muitos pais se perguntam quando é o momento certo de buscar auxílio de um especialista para ajudar no emagrecimento do filho. 

A resposta pode variar de caso a caso, mas algumas situações indicam que é hora de procurar um endocrinologista ou nutrólogo pediátrico:

  • Obesidade já instalada: se a criança foi diagnosticada como obesa pelo pediatra (ou seja, muito acima do peso ideal para a altura e idade), é prudente buscar acompanhamento especializado o quanto antes. A obesidade infantil é uma doença crônica que requer intervenção profissional para evitar complicações.
  • Falha das medidas caseiras: caso você já tenha implementado mudanças na alimentação de casa e incentivado atividades físicas, e mesmo assim não note progresso (ou o peso da criança continua aumentando), um especialista pode identificar obstáculos escondidos e propor novas estratégias.
  • Sinais de problemas de saúde associados: atenção a sintomas como cansaço excessivo, sonolência diurna, ronco ao dormir, surgimento de estrias acentuadas ou escurecimento de dobras da pele (sinal chamado acantose nigricans, associado à resistência à insulina). Esses sinais podem indicar que a obesidade já está afetando o organismo, tornando ainda mais importante a avaliação médica.
  • Impacto emocional significativo: se a criança demonstra tristeza, isolamento, vergonha do próprio corpo ou outros sinais de abalo emocional por causa do peso, não hesite em buscar ajuda. Nesses casos, além do endocrinologista ou nutrólogo, o acompanhamento psicológico também é muito benéfico.
  • Histórico familiar e prevenção: mesmo antes que a obesidade se instale, se a criança tem forte histórico familiar de obesidade ou de doenças metabólicas (diabetes, hipertensão) e já está com sobrepeso, vale a pena consultar um especialista. A intervenção precoce pode prevenir que o sobrepeso evolua para obesidade e evitar doenças futuras.

Lembrando que não é preciso esperar as consequências aparecerem para agir. Se você tem dúvidas sobre o crescimento ou o peso do seu filho, uma avaliação com um profissional de saúde pode trazer esclarecimentos e, se necessário, um plano de ação individualizado. Quanto mais cedo ocorrer a intervenção, mais fácil é reverter o quadro – e melhores são as perspectivas de saúde da criança.

Sensce Clinic SPA – Tratamento Especializado em Emagrecimento Infantil em Brasília

Em Brasília-DF, a Sensce Clinic SPA destaca-se como uma clínica de nutrologia e endocrinologia especializada no tratamento voltado para o emagrecimento. A clínica conta com profissionais experientes, incluindo endocrinologistas e nutrólogos, que atuam de forma integrada para oferecer um acompanhamento completo no combate à obesidade infantil. Na Sensce Clinic SPA, cada família recebe orientação personalizada, desde a avaliação inicial até o desenvolvimento de um plano terapêutico adaptado à realidade da criança. Isso significa considerar não apenas os aspectos médicos, mas também os hábitos alimentares, o contexto familiar e o bem-estar emocional do paciente – exatamente a abordagem multidisciplinar necessária para obter resultados duradouros.

Com um ambiente acolhedor e uma equipe comprometida, a Sensce Clinic SPA busca tornar o processo de emagrecimento infantil o mais saudável e positivo possível. Os pais encontram apoio para implementar mudanças na rotina doméstica, enquanto as crianças são acompanhadas de perto para garantir que estejam perdendo peso de forma segura, sem prejuízo ao seu crescimento. A clínica utiliza métodos modernos e baseados em evidências, como o Método Integral Health®, que combina conhecimentos de endocrinologia, nutrologia e medicina do estilo de vida para tratar a raiz do ganho de peso de maneira saudável.

Se você está em Brasília e procura ajuda especializada para o seu filho, a Sensce Clinic SPA pode ser uma excelente opção. A clínica está preparada para atender casos de obesidade infantil com profissionalismo e humanidade, ajudando crianças a reconquistar a saúde e a autoestima. Você pode marcar uma consulta pelo WhatsApp da clínica para dar o primeiro passo rumo a uma vida mais saudável para seu filho. Com o suporte adequado, a perda de peso infantil deixa de ser um bicho de sete cabeças e se torna um caminho de aprendizado e transformação positiva – com benefícios que a criança levará para toda a vida.

Se você está pronta ou pronto para dar esse passo com responsabilidade, conte comigo:

Dra. Priscilla Proença

  • Fundadora da Sensce ClinicSPA
  • Criadora do Método Integral Health
  • Pós Graduada em Nutrologia
  • Pós Graduada em Endocrinologia
  • Pós graduanda em Saúde Mental Integrativa
  • Extensão em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard – EUA
  • Extensão em Obesidade pela universidade de Columbia – EUA
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Dra. Priscilla Proença em Sensce Clinica & SPA
Sou médica, pós graduada em Nutrologia pela ABRAN- Associação Brasileira de Nutrologia, pós graduada em Endocrinologia & Metabologia pelo IPEMED, extensão em Diabetes e Distúrbios da Tireóide pela HARVARD Medical School (Boston - EUA), extensão em Medicina do Estilo de Vida pela HARVARD Medical School (Boston - EUA), extensão em Medicina da Obesidade pela Universidade de COLÚMBIA (Nova York - EUA), membro da European Lifestyle Medicine Organization e trabalho há 10 anos com SAÚDE INTEGRATIVA, HORMONOLOGIA, EMAGRECIMENTO E QUALIDADE DE VIDA.
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