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Resistência à insulina: como afeta o peso e dicas para emagrecer

  • janeiro 4, 2026
  • Emagrecimento saudável
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Resistência à insulina: como afeta o peso e dicas para emagrecer

Você tem dificuldade para perder peso mesmo seguindo dieta e exercícios? Pode ser que a causa esteja em um problema silencioso muito comum nos dias de hoje: a resistência à insulina. Essa condição metabólica está presente antes da maioria dos casos de diabetes tipo 2 e pode afetar diretamente o seu peso e saúde. Em outras palavras, a resistência à insulina acontece quando o organismo não responde bem à ação da insulina, levando a desequilíbrios nos níveis de açúcar no sangue e dificultando o uso adequado da energia pelos tecidos. 

Neste artigo, vamos entender o que é a resistência à insulina, como ela influencia no ganho de peso e dificulta o emagrecimento, além de apresentar dicas práticas de alimentação, exercício e mudanças de estilo de vida para melhorar essa condição. Também vamos falar sobre a importância do acompanhamento médico especializado, como de um endocrinologista ou nutrólogo, para um tratamento eficaz.

O que é resistência à insulina e por que ocorre?

A resistência à insulina ocorre quando as células do corpo não respondem adequadamente à insulina – o hormônio responsável por transportar a glicose da corrente sanguínea para dentro das células, onde será usada como energia ou armazenada. Quando as células ficam resistentes, o pâncreas precisa produzir muito mais insulina para dar conta de manter a glicemia (taxa de açúcar no sangue) dentro do normal. Como consequência, a pessoa passa a ter níveis constantemente elevados de insulina circulando (um quadro chamado hiperinsulinemia).

As principais causas da resistência à insulina geralmente estão ligadas ao estilo de vida. Uma alimentação rica em carboidratos refinados e açúcares, o sedentarismo (falta de atividade física) e o excesso de peso – especialmente o acúmulo de gordura abdominal – são fatores que contribuem bastante para esse problema.

E também, há também influência genética e algumas condições de saúde associadas: por exemplo, a síndrome dos ovários policísticos (SOP), certos distúrbios hormonais e até o uso prolongado de medicamentos como corticoides podem levar ao desenvolvimento da resistência à insulina. Fatores como estresse crônico e privação de sono também podem agravar o quadro, pois desregulam hormônios e o metabolismo, aumentando o risco de resistência insulínica.

Com o tempo, se nada for feito, a resistência à insulina tende a fazer a glicemia subir cada vez mais, evoluindo para um estado de pré-diabetes ou mesmo diabetes tipo 2. Essa condição também se associa a outras complicações metabólicas, podendo vir acompanhada de hipertensão (pressão alta) e desequilíbrios no colesterol – um conjunto de problemas conhecido como síndrome metabólica. Por tudo isso, é crucial reconhecer e tratar precocemente a resistência à insulina, evitando sua progressão para doenças mais graves.

Como a resistência à insulina afeta o peso?

Um dos efeitos mais notáveis da resistência à insulina é o impacto no peso corporal, em especial favorecendo o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal. Mas por que isso acontece? De forma simplificada, quando as células não respondem bem à insulina, o organismo tem dificuldade em usar a glicose dos alimentos como energia. Em resposta, o pâncreas produz ainda mais insulina para tentar compensar. O problema é que níveis constantemente altos de insulina fazem com que o corpo armazene o excesso de glicose na forma de gordura em vez de queimá-lo. Em outras palavras, a energia ingerida passa a ser estocada no tecido adiposo com mais facilidade. Esse processo leva ao ganho de peso, especialmente na região da barriga, já que a insulina em excesso estimula a produção de gordura visceral (aquela gordura interna acumulada no abdômen).

Além do aumento no armazenamento de gorduras, a insulina elevada também influencia no apetite. Muitas pessoas com resistência à insulina relatam sentir mais fome ao longo do dia, especialmente vontade de comer carboidratos e doces. Isso ocorre porque os níveis de glicose no sangue podem cair rapidamente após um pico de insulina, gerando fome pouco tempo depois de uma refeição rica em açúcar. Assim, forma-se um ciclo vicioso: há mais fome e ingestão calórica, o que contribui para novo ganho de peso.

Vale destacar que a resistência à insulina muitas vezes anda junto com outros desequilíbrios hormonais que dificultam o emagrecimento. Por exemplo, pessoas resistentes à insulina costumam ter níveis mais altos de cortisol (hormônio do estresse) e podem desenvolver certa inflamação no organismo, fatores que deixam o metabolismo mais “lento”. Tudo isso torna a perda de peso mais desafiadora do que seria para alguém com metabolismo saudável. Em resumo, a resistência à insulina coloca o corpo em um modo de armazenamento de energia, dificultando tanto a queima de gordura quanto o controle do apetite – uma combinação que favorece o aumento de peso.

Sinais e sintomas da resistência à insulina

Na fase inicial, a resistência à insulina costuma ser silenciosa, sem sintomas óbvios. Muita gente pode ter insulina alta sem saber, descobrindo apenas através de exames. No entanto, alguns sinais e pistas no dia a dia podem indicar que algo não vai bem com o metabolismo. Fique atento aos seguintes sinais e sintomas comuns associados à resistência à insulina:

  • Fome excessiva e desejo por doces: sentir fome pouco tempo após as refeições ou ter vontades frequentes de comer carboidratos e açúcar pode ser um indício, pois a glicose não está sendo utilizada direito e o corpo “pede” mais energia.
  • Ganho de peso, especialmente na região abdominal: dificuldade em controlar o peso e acúmulo de gordura na barriga (a famosa “barriguinha” ou aumento da circunferência abdominal) são frequentemente observados em quem tem resistência à insulina.
  • Dificuldade para emagrecer: mesmo seguindo dieta e atividade física, a pessoa nota muita dificuldade em perder peso ou mantém platôs prolongados onde o peso não baixa. Esse é um dos sinais mais frustrantes da resistência insulínica.
  • Cansaço e falta de energia: sentir-se cansado o tempo todo, com fadiga excessiva e pouca disposição, também pode ocorrer, já que as células não recebem glicose suficiente para gerar energia.
  • Manchas escuras na pele: em alguns casos, surgem regiões de pele escurecida e engrossada, aveludada ao toque, principalmente nas dobras do pescoço, axilas ou virilha. Esse sinal, chamado acantose nigricans, está associado aos níveis altos de insulina circulante.
  • Alterações hormonais (especialmente em mulheres): mulheres com resistência à insulina podem apresentar sintomas de síndrome dos ovários policísticos, como irregularidade menstrual, acne e crescimento de pelos em excesso (hirsutismo). A SOP é um distúrbio que frequentemente anda de mãos dadas com a resistência insulínica.

É importante notar que nem todos esses sinais estão presentes em todos os casos. Muitas pessoas com resistência à insulina podem não apresentar sintomas notáveis – por isso a única forma de diagnóstico confiável é através de exames de sangue. Exames como dosagem de glicemia e insulinemia (nível de insulina) em jejum, curva glicêmica ou hemoglobina glicada podem indicar se há resistência à insulina ou pré-diabetes. Tais exames devem ser solicitados por um médico e interpretados em conjunto com a avaliação clínica. Se você apresenta alguns dos sinais acima, vale a pena conversar com um profissional de saúde para investigar a condição.

Por que é difícil emagrecer com resistência à insulina?

Saber dos efeitos da resistência à insulina no corpo ajuda a entender por que o processo de emagrecimento se torna mais difícil nessa condição. Basicamente, quem tem resistência à insulina convive com um metabolismo que está programado para armazenar energia, não para gastá-la. Mesmo ao cortar calorias na dieta, o organismo resistente tende a “economizar” mais energia, queimando menos calorias em repouso. Além disso, os níveis altos de insulina inibem a quebra de gordura (lipólise) – ou seja, o corpo tem dificuldade em usar a gordura armazenada como combustível. Assim, a pessoa pode fazer tudo certo e ainda assim emagrecer muito lentamente.

Do ponto de vista comportamental, a resistência à insulina também atrapalha: é desanimador seguir dieta e exercícios à risca e ver pouco resultado na balança. Isso muitas vezes leva a frustrações e abandonos do plano, criando um círculo vicioso. Soma-se a isso a questão da fome intensa e dos desejos alimentares frequentes, que tornam mais difícil manter dietas restritivas. O resultado é um cenário conhecido por muitos: a resistência à insulina causa ganho de peso, e o excesso de peso, por sua vez, piora a resistência à insulina.

Não se trata de falta de empenho ou disciplina da pessoa, mas sim de um obstáculo fisiológico real. Especialistas apontam que essa dificuldade em emagrecer é uma das características mais marcantes (e frustrantes) da resistência à insulina. A boa notícia é que, com as estratégias certas, é possível quebrar esse ciclo. Em geral, será necessário um ajuste específico na alimentação, inclusão de atividade física regular e possivelmente intervenções médicas para ajudar o corpo a responder melhor à insulina. No próximo tópico, vamos abordar exatamente quais mudanças nos hábitos alimentares podem ajudar quem tem resistência à insulina a finalmente emagrecer de forma saudável.

Dicas de alimentação para quem tem resistência à insulina

A alimentação é o pilar principal para controlar a resistência à insulina e facilitar a perda de peso. Ajustar a dieta adequadamente fará com que os níveis de glicose e insulina fiquem mais equilibrados ao longo do dia, reduzindo os estímulos para armazenamento de gordura. Aqui vão algumas dicas importantes de alimentação para quem lida com resistência insulínica:

  • Prefira carboidratos complexos e modere as porções: não é necessário cortar totalmente os carboidratos, mas sim escolher melhor e não exagerar na quantidade. Dê preferência a fontes de carboidrato de baixo índice glicêmico, como alimentos integrais (arroz integral, aveia, quinoa, batata-doce) e legumes, em vez de carboidratos refinados como açúcar, pão branco, massas e doces. Alimentos refinados provocam picos de glicemia mais rápidos e demandam mais insulina do corpo. Portanto, substituir pão e arroz brancos por versões integrais, e reduzir o consumo de doces e farinha branca no dia a dia, já ajuda muito.
  • Combine carboidratos com proteínas e gorduras boas: montar pratos balanceados faz toda diferença para quem tem resistência à insulina. Procure incluir fontes de proteína magra (carnes brancas, peixe, ovos, tofu) e gorduras saudáveis (azeite de oliva, abacate, castanhas) junto com os carboidratos nas refeições. Por exemplo, se for comer um pão ou arroz, consuma junto algum tipo de proteína e vegetais. Essa combinação deixa a digestão mais lenta e evita elevações bruscas da glicose e da insulina após a refeição. Outra dica é iniciar as refeições principais pela salada: comer primeiro verduras e legumes (ricos em fibras) ajuda a diminuir o índice glicêmico da refeição como um todo, além de saciar com menos calorias. Tente preencher metade do prato com vegetais variados antes de partir para os carboidratos.
  • Evite bebidas açucaradas e dê preferência à fruta inteira: refrigerantes, sucos adoçados e mesmo suco de fruta natural em excesso podem atrapalhar o controle glicêmico. Isso porque líquidos açucarados são absorvidos muito rapidamente, provocando picos de glicose. Prefira consumir a fruta in natura em vez de sucos – assim você ingere as fibras da fruta, que retardam a absorção do açúcar. Mesmo o suco 100% fruta deve ser moderado (por exemplo, um copo pequeno ao dia, se for consumir). Lembre-se de hidratar-se bastante com água ao longo do dia, e se possível troque bebidas adoçadas por versões sem açúcar ou chás naturais sem açúcar.
  • Faça refeições regulares, não fique longos períodos em jejum: ficar muitas horas sem comer pode levar a quedas bruscas de glicose seguidas de picos de fome, que acabam resultando em escolhas menos saudáveis ou exageros na próxima refeição. Quem tem resistência à insulina se beneficia de uma distribuição equilibrada das refeições ao longo do dia. Então, tente não pular o café da manhã e faça pequenos lanches saudáveis entre as refeições principais (como uma fruta com oleaginosas, ou iogurte natural com sementes) se houver um intervalo muito grande. Mantendo a glicemia mais estável, você sentirá menos fome exagerada e terá mais controle sobre a dieta.
  • Controle as porções e pratique a moderação: mesmo alimentos saudáveis podem engordar se consumidos sem limite. Portanto, fique de olho no tamanho das porções. Use pratos menores, coma devagar e atenção aos sinais de saciedade do seu corpo. Evite repetir o prato apenas por impulso ou por hábito. No caso da resistência à insulina, cada pequena redução calórica já ajuda na perda de peso e melhora da sensibilidade do corpo à insulina. Lembre-se que o objetivo não é passar fome, e sim se nutrir melhor: coma o suficiente para ficar satisfeito, mas não estufado.

Ao adotar essas medidas nutricionais, o organismo vai pouco a pouco restabelecendo o equilíbrio glicêmico. Muitas pessoas com resistência à insulina conseguem notar melhorias significativas (mais disposição, menos fome excessiva e alguma perda de peso inicial) apenas ajustando a dieta. Mas, para potencializar os resultados, é fundamental também incluir a atividade física na rotina, como veremos a seguir.

Importância dos exercícios físicos no controle da condição

Junto com a dieta, a prática regular de exercícios físicos é uma das formas mais eficazes de reverter a resistência à insulina. A atividade física melhora a sensibilidade das células à insulina – isto é, ajuda o corpo a usar a glicose de forma mais eficiente. Quando nos exercitamos, especialmente fazendo exercícios aeróbicos, os músculos passam a captar mais glicose do sangue para usar como energia, independentemente da ação da insulina. Isso significa que o exercício ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue e os níveis de insulina circulantes, combatendo diretamente a resistência insulínica. Não por acaso, a perda de peso e a prática regular de atividade física são consideradas partes centrais do tratamento e até da cura da resistência à insulina.

Diversos estudos indicam que exercitar-se regularmente pode reverter ou pelo menos reduzir significativamente a resistência das células à insulina. Recomenda-se acumular pelo menos 150 minutos semanais de exercício aeróbico moderado – como caminhadas rápidas, corridas leves, andar de bicicleta ou natação – distribuídos ao longo da semana. Isso equivale a cerca de 30 minutos de exercício em cinco dias da semana. Se você está começando agora, pode iniciar com seções menores (por exemplo, 3 vezes de 10 minutos por dia) e ir aumentando gradativamente. O importante é criar consistência: manter-se ativo toda semana, sem longos períodos de sedentarismo.

Além dos aeróbicos, incluir exercícios de musculação ou treinamento de força na rotina, de 2 a 3 vezes por semana, traz benefícios adicionais. O ganho de massa muscular eleva o gasto calorífico basal (mesmo em repouso o corpo passa a queimar mais calorias) e melhora ainda mais a absorção de glicose pelos músculos. Com mais músculo e menos gordura, a resistência à insulina tende a diminuir, pois o metabolismo fica mais eficiente. Portanto, a combinação de atividades aeróbicas e de fortalecimento muscular é ideal para quem busca emagrecer e melhorar parâmetros metabólicos.

Outra dica importante é tentar ser mais ativo também nas pequenas coisas do dia a dia. Evite permanecer muitas horas sentado; levante-se para alongar e caminhar um pouco a cada hora. Se possível, troque elevadores por escadas, caminhe pequenas distâncias em vez de usar o carro, saia para passear com o cachorro ou brincar com os filhos ao ar livre. Uma meta geralmente sugerida é tentar alcançar entre 6.000 e 10.000 passos diários de caminhada cumulativa – você pode usar um aplicativo no celular ou relógio inteligente para monitorar. Essas mudanças mantêm seu corpo em movimento constante. Lembre-se: atividade física não é opcional para quem deseja vencer a resistência à insulina, é parte fundamental do tratamento. Encontre modalidades de exercício de que você goste (dança, esportes, ciclismo, musculação, etc.) para ficar mais fácil manter a regularidade. Com o tempo, além de ajudar no controle do peso, os exercícios vão melhorar seu condicionamento, seu humor e sua saúde de forma global.

Gerenciando estresse e sono para melhorar o metabolismo

Além de dieta equilibrada e exercícios, é importante cuidar de outros aspectos do estilo de vida que impactam o metabolismo – principalmente o estresse e o sono. Viver sob estresse crônico mantém o organismo em constante alerta, liberando altos níveis de cortisol, que é o hormônio do estresse. Em excesso, o cortisol pode elevar a glicemia (a taxa de açúcar no sangue) e contribuir para o acúmulo de gordura na região abdominal, tornando mais difícil emagrecer. Já noites mal dormidas ou sono insuficiente desregulam vários hormônios importantes: aumentam a grelina (hormônio que estimula a fome) e reduzem a leptina (hormônio da saciedade), levando a pessoa a sentir mais fome e apetite por alimentos calóricos. A privação de sono também está ligada a maior resistência à insulina e risco de ganho de peso, pois o corpo cansado entra em estado de estresse fisiológico.

Por isso, gerenciar o estresse e melhorar a qualidade do sono são estratégias que complementam o tratamento da resistência à insulina. Tente adotar técnicas de relaxamento na sua rotina diária: meditação, ioga, exercícios de respiração profunda ou até terapias como acupuntura podem ajudar a controlar a ansiedade e os níveis de estresse. Reserve um tempo para lazer e atividades prazerosas que aliviem a tensão (ler, ouvir música, passear ao ar livre, hobbies em geral). Se o estresse estiver alto, conversar com um psicólogo também pode ser muito benéfico para desenvolver mecanismos de enfrentamento.

Quanto ao sono, procure estabelecer uma rotina regular: tente deitar e levantar em horários semelhantes todos os dias, inclusive nos finais de semana. Crie um ambiente propício para dormir – quarto escuro, silencioso e confortável. Evite luz de eletrônicos (celular, computador, TV) por pelo menos 1 hora antes de se deitar, pois a luz azul pode atrapalhar o sono. Se você tem insônia ou sono muito fragmentado, técnicas de higiene do sono e, em alguns casos, uma avaliação médica podem ajudar a resolver o problema. Dormir cerca de 7 a 8 horas por noite de boa qualidade vai equilibrar seus hormônios, melhorar seu humor e disposição e, de quebra, auxiliar no controle do peso. Lembre-se de que corpo e mente estão conectados: diminuir o estresse e dormir bem certamente irão refletir positivamente no seu metabolismo e na sua jornada de emagrecimento.

Acompanhamento médico especializado: a ajuda da Sensce Clinic SPA

Para muitas pessoas, lidar com a resistência à insulina e conseguir emagrecer de forma saudável requer também o suporte de um acompanhamento médico especializado. Consultar um endocrinologista – médico especialista em metabolismo e hormônios – ou um nutrólogo – médico especialista em alimentação e emagrecimento – pode fazer toda a diferença nos resultados. Esses profissionais vão investigar eventuais desequilíbrios hormonais e metabólicos que estejam interferindo no seu peso e na sua saúde. Na consulta, o médico realiza uma avaliação completa, considerando seu histórico familiar, hábitos alimentares, rotina de atividades físicas e, principalmente, solicita exames laboratoriais para identificar alterações hormonais.

Por exemplo, é comum serem pedidos exames de glicemia e insulina (para detectar a resistência à insulina), avaliação da função tireoidiana (TSH, T3, T4), perfil de colesterol e dosagem de cortisol, entre outros. Dessa forma, é possível entender se problemas como resistência à insulina, hipotireoidismo ou outros estão contribuindo para a dificuldade de emagrecer e, a partir daí, traçar um plano de tratamento personalizado.

O tratamento médico pode envolver medicações em alguns casos. Uma das drogas mais utilizadas é a metformina, que ajuda a reduzir a produção de glicose pelo fígado e melhora a sensibilidade das células à insulina. Em pacientes selecionados, o endocrinologista também pode avaliar a necessidade de outros medicamentos auxiliares para perda de peso ou para controle dos níveis de insulina. Contudo, vale reforçar que esses medicamentos não são nenhuma solução mágica por si sós – eles fazem parte de um conjunto de medidas que incluem dieta balanceada e exercícios regulares. Ou seja, a medicação vem para somar, nunca para substituir os hábitos saudáveis. O acompanhamento contínuo do médico permitirá ajustar doses, monitorar resultados e garantir a segurança do paciente ao longo do processo de emagrecimento.

Além do endocrinologista/nutrólogo, outros profissionais de saúde podem estar envolvidos no tratamento da resistência à insulina, formando uma abordagem multidisciplinar. Nutricionistas, educadores físicos e psicólogos, por exemplo, contribuem em suas áreas para um resultado mais eficaz. Essa integração de cuidados é muito benéfica: enquanto o médico cuida da parte hormonal e metabólica, o nutricionista orienta na alimentação detalhada, o profissional de educação física monta um treino adequado e o psicólogo ajuda na adesão e na mentalidade positiva.

Na Sensce Clinic SPA, você encontra esse tipo de abordagem integrada. A Sensce Clinic SPA é uma clínica especializada em nutrologia e endocrinologia voltada para tratamentos de emagrecimento em Brasília (DF), unindo o olhar nutricional e hormonal para atender cada paciente de forma personalizada. Com uma equipe dedicada e atualizada, a clínica oferece um acompanhamento próximo, entendendo as particularidades de cada caso – desde a avaliação metabólica completa, orientação de dieta e exercícios, até o suporte motivacional necessário para você atingir suas metas de peso e saúde.

Se você desconfia que possa ter resistência à insulina ou está enfrentando dificuldades para emagrecer, não hesite em buscar ajuda profissional. Marcar uma consulta pode ser o primeiro passo para transformar sua saúde. Através de um atendimento especializado, é possível reverter a resistência à insulina e conquistar uma perda de peso sustentável, melhorando sua qualidade de vida.

Caso queira agendar uma avaliação na Sensce Clinic SPA e começar seu tratamento com acompanhamento médico de confiança, entre em contato conosco. Clique aqui para marcar sua consulta via WhatsApp – nossa equipe terá o prazer de ajudar você nessa jornada rumo a uma vida mais saudável e equilibrada!

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Dra. Priscilla Proença em Sensce Clinica & SPA
Sou médica, pós graduada em Nutrologia pela ABRAN- Associação Brasileira de Nutrologia, pós graduada em Endocrinologia & Metabologia pelo IPEMED, extensão em Diabetes e Distúrbios da Tireóide pela HARVARD Medical School (Boston - EUA), extensão em Medicina do Estilo de Vida pela HARVARD Medical School (Boston - EUA), extensão em Medicina da Obesidade pela Universidade de COLÚMBIA (Nova York - EUA), membro da European Lifestyle Medicine Organization e trabalho há 10 anos com SAÚDE INTEGRATIVA, HORMONOLOGIA, EMAGRECIMENTO E QUALIDADE DE VIDA.
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